Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2004

Ciência (Pedro Martins)

Boa tarde,
Gostaria de ver discutido o panorama actual da investigação científica no
nosso país, bem como as orientações ou desorientações estratégicas
existentes.
Gostaria que fosse abordado o problema da "fuga" de cérebros portugueses
para o exterior - na realidade a sua manutenção no exterior após
doutoramento - por incapacidade de integração na estrutura nacional, e
seu impacte na desenvolvimento científico nacional.
Sendo o nosso país dotado de parcos recursos naturais, tem no entanto
grandes talentos espalhados pela Europa e América do Norte sobretudo. Não
será este um recurso a explorar?
Portugal tem das maiores zonas económicas exclusivas ao nível europeu.
Não serão os oceanos uma área a apostar em termos de exploração
científica? O potencial é tremendo, inclusivé o económico.
Obrigado.
Pedro Martins
publicado por quadratura do círculo às 18:54
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Posição Sobre Aborto (Luís Gagliardini Graça)

Exmos Senhores.
Assisti ao V. programa do último Domingo. Gostaria que me pudessem dizer algo sobre a questão da "posição sobre o aborto como uma questão da consciência de cada um".
Na verdade, concordo com o Dr. Lobo Xavier quando manifesta a posição - que ainda não vi contrariada de forma lógica e racional - que não se pode olhar para questões ligadas à dignidade ou à vida humana deixando-as ao critério de cada um.
Penso que uma análise racional e sincera - como a que, as mais das vezes, todos os intervientes no programa nos habituaram a fazer - passa por uma resposta às seguintes questões concretas, o que muito agradecia que pudessem, cada um de Vós, fazer:
1. Um embrião é ou não um ser vivo, da espécie humana, diferente até do ponto de vista genético da sua Mãe?
2. O seu destino natural é, ou não, o nascimento?
3. O que é que distingue (do ponto de vista de individualidade e possibilidade da sua "eliminação") um embrião com 10 semanas de gravidez de um embrião com 11 semanas?
4. Como explicar que uma mulher possa abortar sem que o pai da criança tenha qualquer possibilidade de defender a vida do seu bebé?
5. Sabiam que à 6ª semana de gravidez já se pode ouvir, com clareza e facilidade, o bater do coração de um bebé?
6. Sabiam que à 7ª semana já são visíveis as feições labiais do bebé, incluindo boca e língua, que os olhos já têm retina, que o bebé já se mexe e já tem um tipo de sangue diferente do da Mãe?
7. Sabiam que à décima semana o coração do bebé é muito parecido com o de um recém nascido e que todos os órgãos do bebé já estão formados, precisando apenas de crescer?
8. Sabiam que na Idade Média, quando o aborto era permitido, o era com base na ideia que cada espermatozoide era um ser humano em potência e que utilizava apenas o corpo da mulher para se desenvolver, não se estabelecendo, assim, a distinção entre essa célula e o embrião?
9. Sabiam que quando os cientistas, nomeadamente em Inglaterra, tomaram conhecimento da realidade, de imediato iniciaram um movimento do sentido de não ser permitido o aborto ( e que, portanto, não se tratou de um movimento religioso?)?
10. Como se poderá justificar, de um ponto de vista lógico e racional (que é aquele a que Vs. Exas. nos habituaram) que, sem que seja necessário apresentar qualquer justificação e até independentemente da vontade do pai, se possa interromper este trajecto que, naturalmente levaria este novo ser VIVO (tão vivo como qualquer outro ser vivo da natureza) e HUMANO (tão humano com eu ou Vs. Exa.s) que já existe, tem coração que bate e corpo que sente a dor, ao nascimento? Se este novo ser humano existe, nao percebo como se pode deixar à consciência de cada um fazer-lhe parar o coração que já bate.
Aguardando os comentários que entendam fazer, apresento os meus melhores cumprimentos e felicito todos pelo excelente programa em que intervêm.
Luís Gagliardini Graça
publicado por quadratura do círculo às 18:18
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Informação confunde (Jorge Verde)

Será que tudo o que vemos na televisão, que lemos nas revistas, que ouvimos na rádio, é verdade e é necessário? Eu, um simples cidadão de um país bem pequenino que é o nosso, penso se omite muita informação que se revela necessária para a verdade e que se fala muito de futebol e pouco do resto. Não tenho nada contra o desporto, mas não devemos confundir desporto com futebol. Quando nos dizem que há uma parte da emissão em que nos informam do desporto estão a dizer-nos que há uma parte (imensa) da emissão em que nos informam do futebol!
A forma como nos são transmitidas essas informações, será a mais correcta? Penso que a informação é montada de forma a ter mais impacto junto dos destinatários. Assim tratam de lhe dar um aspecto de choque, de modo a chamar a atenção do destinatário. Montam a informação de modo a ter um aspecto de desgraça e não a ter um aspecto simples, tal qual como aconteceu. Retomando o exemplo anterior, entretêm-nos com futebol (porque são pressionados pelos dirigentes desse desporto), quando não nos informam do desporto em geral.
Com os meus cumprimentos,
Jorge Verde
publicado por quadratura do círculo às 18:13
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Motivação Administração Pública (José Soares)

Caros Senhores
Em primeiro lugar, felicidades para o Programa.
Muito gostaria que pudessem responder a esta questão:
O Governo aumentou os novos administradores dos hospitais SA em 300 %, mais algumas simpáticas regalias, com o objectivo de incentivar estes profissionais a darem o seu melhor.
Sendo eu licenciado e Chefe de Repartição do Ministério da Saúde, recebo mensalmente cerca de 1.050,00 €/mês. Faltam-me 5 anos para chegar aos 36 anos de actividade. Nessa altura terei 52 anos.
O Governo não me aumenta à dois anos e quer que além dos 5 anos (o que comigo contratou) previstos, trabalhe mais 13 anos !?.
PERGUNTO: Acham que é assim que eu e muitos que assim se encontram, vão ficar motivados a trabalhar na Administração Pública?
Respeitosamente,
José Soares
COIMBRA
publicado por quadratura do círculo às 18:07
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Programa espacial EUA (NunoP.)

Antes de mais, os parabéns por aderirem à blogoesfera e, dessa forma, aumentarem a interactividade do programa.
A questão que tenho para vos pôr é se podemos encarar o programa espacial americano proposto por George W. Bush como um "desígnio nacional" ou se não passa de propaganda eleitoral com vista a mobilizar os cidadãos para a reeleição, que depois de Novembro será "encostado".
E já agora, com o buraco orçamental que os EUA apresentam, estando "obrigados" a manter uma "máquina de guerra" no Iraque, como será financiado este programa?Cumprimentos,
NunoP.
http://janelaparaorio.weblogcom.pt
publicado por quadratura do círculo às 18:00
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Religiões (Rui A. Costa Oliveira)

Gostaria de ver o assunto da Religião - liberdade religiosa, cultos, verbas, subsídios e isenções do Estado às Igrejas, espaços de ensino religioso no Primário, Secundário - a ser tratado neste espaço, de forma a suscitar as opiniões críticas dos políticos, dos historiadores e dos sociólogos.
Explicitando:
- Que razões de ordem moral e/ou ética assistem às confissões consideradas maioritárias para merecerem um tratamento diferenciado por parte do Estado?
-Quais os critérios de avaliação para se entenderem as maiorias e que fundamentos - sociológicos, históricos e tradição - apoiam esses critérios?
- O filho de um cidadão português vê os seus direitos mais facilmente reconhecidos - p. ex., no que respeita à ajuda estatal para construção de um espaço de culto, ou na utilização das infra-estruturas do ensino oficial, para receber instrução religiosa - se for católico ou protestante do que hindu, muçulmano ou budista. Porquê?
- A laicização não é um dos princípios, na organização social, que deixa à livre iniciativa das comunidades, a resolução das problemáticas religiosas que a cada uma dizem respeito? De que forma será possível concretizarem essas iniciativas, considerando os entraves legais (explícitos e implícitos) e os desproporcionados meios das instituições já radicadas há centenas de anos?
- Que perspectivas legais se encontram contempladas, a este respeito, na futura legislação europeia?
Gostaria ainda de saber a posição fundamentada dos elementos do painel, no que respeita à tão questionada menção das «origens cristãs» da cultura europeia, a figurar na Constituição europeia.

Rui A. Costa Oliveira
publicado por quadratura do círculo às 17:47
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Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2004

Está aberto o debate

A partir deste momento o "Quadratura do círculo" já recebe as suas mensagens de correio electrónico. Em breve começarão as primeiras publicações.
publicado por quadratura do círculo às 18:47
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publicado por quadratura do círculo às 17:50
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Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2004

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