Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2005

David Estêvão Gouvêa - E agora Sócrates?

A criação do bem estar dos portugueses no actual contexto de economia e política globais, requer não remendos e correcções, mas um tremendo rasgão.
As actuais formas de produção, distribuição e relacionamento na Sociedade portuguesa são incapazes de gerar mais altos niveis de riqueza sem accentuarem ainda mais as diferenças socio-económicas.
O Partido Socialista tem sido um partido incapaz de causar rupturas e demasido acomodado, cheio da sua própria importancia. O favor interno e a tradição Maçónica não ajudam.
Será que Socrates é aquele acidente da Natureza que vai surprender todos e vai dar um salto quântico na visão e resolução dos problemas?
Em primeiro lugar tem de começar a pensar pelo lado da oferta e deixar de pensar pelo lado da procura. Há que libertar o animal criador que existe em todos os portugueses e que se encontra adormecido há décadas por subsidios e apoios do estado e da UE.
Todos sabemos que os portugueses e Portugal é viciado/dependente dos auxilios e do consumismo e, como é pobre, existe uma procura latente fortíssima. Eu diria que Portugal e os portugueses têm uma capacidade coslógica para consumir de tudo! Não é pelo lado da procura que nós temos problemas, ao contrário dos japoneses.
Portanto há que estabelecer políticas que encoragem a substituição das importações por produção nacional.
Isto é um velho e dificil tema ( Margaret Thatcher financiou uma capanha “Buy British” que veio permitir o desenvolvimento da estrutura produtiva britanica que estava a ser destruida pela gigantesca produtividade da industria do petróleo do Mar do Norte) que requer uma capaciade diplomática grande para enfrentar todas as medidas que a Comissão da União Europeia, sem dúvida, arremessará contra Portugal devido a uma política deste cariz.
Já dissemos noutro artigo que é preciso transformar todos os Códigos de Direito de autorizações para proibições – isto vai contra as corporações dos Advogados e dos Juízes assim como como contra todos os funcionarios públicos que “autorizam”! Só assim se acabam os problemas de corrupção e com a morosidade da máquina administrativa.
A questão dos impostos e da fuga aos ditos também se resolve se as pessoas colectivas deixarem de pagar impostos ( sim, eu disse IRC à taxa zero!!!) e todos os lucros forem taxados à taxa máxima de 40%! Isto será colectado pelas empresas que entragam este “imposto adiantado sobre dividendos” ao estado. Os indivíduos, em sede de IRS, poderão receber retornos deste imposto sobre os lucros, se forem declarados dividendos pelas empresas e se a sua taxa marginal de IRS for inferior a 40%.
Finalmente, para a criação fácil de empresas, para resolver os problemas de produção, emprego e exportações, há que públicar os requesitos minimos para se operar sob cada CAE, há que ter conservatórias do registo comercial que funcionem electronicamente pela internet, assim como números de contribuinte e registos de pessoas collectivas. Tem de se poder abrir uma empresa em 5 dias uteis ( Deus criou o mundo em 7 dias e uma vida humana gera-se em 9 meses!!!).
Vamos pôr Portugal Inc. a trabalhar 24/7.
David Estêvão Gouvêa






publicado por quadratura do círculo às 19:09
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