Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2005

David Estêvão Gouvêa - Supercondutores

Caros JPP e ALX não se esqueçam que a mulher de César alem de ser honesta tem de parecê-lo!
E ALX você pode pensar que NMS é um advogado de sucesso e tem esse direito, pois vivemos numa democracia, mas há quem diga que sem o JMJ, NMS não era muito, e pergunto-me, qual será a opinião dos Sáraga Leal e A. M. Pereira sobre o sucesso do NMS?
Mas falêmos de coisas sérias que a dita visita até é cómica, se não fosse mais uma cena triste do governo de Portugal (e o petróleo de São Tomé e Principe é de elevadíssimo risco e vai ser dos mais caros pois é um projecto de exploração (ou seja não se sabe onde está o petróleo) deep offshore (veja-se no mínimo USD15 milhões por cada furo de exploração que pode sair seco!!!).
Toda a gente fala que tem de haver um grande projecto, mobilizador, e que provoque o investimento e o desenvolvimento, mas dar exemplos, népia.
E não estou a falar de mais um campeonato de futebol, mas sim de algo que seja estruturante.
Aqui vai, é o sonho que nunca consegui realizar mas que talvez alguem possa.
Portugal tem um problema energético (necessita de importar 284 mil barris dia de petróleo só para fazer funcionar as refinarias) que se vai agravar mais, à medida que o consumo aumentar, e quanto mais civilizada uma sociedade, mais energia consome.
Portugal tem uma rede de transmissão de electricidade velha e pouco eficiente – creio que as perdas de energia no transporte são da ordem dos 30%, ou seja por cada 100 Kwa produzidos, ou importados, 30 Kwa evaporam-se no caminho!
Portugal percisa de uma sistema nacional de transmissão de dados de alta velociade que cubra 95% do território continental e ilhas (a netcabo não cobre todo o país, e é o mais proximo de um sistema verdadeiramente eficiente).
A solução é fabricarmos supercondutores.
Estamos num estágio de investigação onde ninguém ainda tem o dominio da tecnologia.
Podemos ocupar montes de jovens (e velhos) cientistas no seu denvolvimento e na criação dos sistemas de produção.
Podemos dar emprego a imensas pessoas a produzir quantidades industriais desse material.
Primeiro deve-se aplicar nos transformadores e nas ligações de locais, mas quando substituirmos os cabos aereos com os supercondutores produzidos, libertamos terra, melhoramos a saúde das pessoas, poupamos 30% na conta de electricidade nacional, e podemos usar os mesmos cabos para a internet!
E sabem o que é mais divertido... podemos vender milhões de kilometros à China que bem precisa duma solução destas!
...et voilá!
David Estêvão Gouvêa
publicado por quadratura do círculo às 12:46
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