Quarta-feira, 20 de Outubro de 2004

Pedro Castaño - Madeira e Açores

MADEIRA
O Líder Parlamentar do PSD estava mais uma vez incomodado com as palavras do Presidente do PPD-PSD/M (ficava melhor PPD-PSD-AJ). Aliás no PSD nacional (como o referido Presidente gosta de dizer) incomodam-se muito, mas nada fazem por receio que o referido Senhor se mude para outra bandeira. Repare-se, aliás, que ele não tem pejo em incluir os membros do PSD nos insultos que faz a Portugal.
Todos sabemos, todos calam em nome de vitórias eleitorais democráticas. Fátima Felgueiras se fosse madeirense não tinha problemas nenhuns, mas Felgueiras é só um concelho entre muitos e uma região é uma região.
Ponho as coisas nestes termos porque não serve de nada falar em mudar Portugal enquanto as jogatinas de poder se confrontarem com estas questões com medo. Restos do salazarismo, do caciquismo e da mediocridade nacional que nos governa ao longo dos anos.
O Bloco de Esquerda queria ser uma nova força de esquerda; domingo, deu um rude golpe na sua credibilidade e ninguém lhes diz nada. Perderam votos só para a UDP, não sei o tamanho do rombo face à soma dos do PSR ou se esse partido já não concorreu nas últimas regionais). Fala da perca de votos da coligação PSD-PP (vou deixar de por as siglas completas que cansa muito) no que diz respeito ao Açores, não se ri, não chora e ninguém o questiona de tal leitura. Ganharam um deputado!!!!
Não retirem lições políticas e continuem a fazer das pessoas parvas que hão de acabar no próximo governo PS.
AÇORES
O Líder do PP não sente necessidade de se demitir. Há coisas nas coligações muito interessantes. O PP então é mestre em ser corresponsável pelas vitórias e nada ter a ver com as derrotas. Nas europeias manteve os deputados, o PSD é que os perdeu e aqui…
Depois os comentadores do programa falam em tentativas de destabilizar a coligação. Não são precisas: mais um ou dois resultados negativos, ou menos positivos, e todas as questões que são tentativas de desestabilização a que ninguém dá importância passam a ser motivos de todas as disputas. Mas isso já toda a gente sabe. O que eu não sei é o que o Senhor Presidente da República tem a dizer sobre a forma como o governo geriu estas eleições, do modo como o candidato, ao lado de ministros do Estado, disse que os Açores só se poderiam desenvolver se houvesse uma vitória da coligação que governa o País. E que estava o Ministro da Presidência a fazer nos Açores? À espera de comemorar e fazer promessas?
É claro que o Presidente vai dizer que nada disso é importante que face à necessidade de estabilização um governo chegar aos eleitores e dizer que se não votam nos amigos pode haver problemas não tem importância nenhuma. O Presidente há-de ter um sono muito pesado. E nós, os Portugueses, que continuemos a votar ao centro que assim ninguém se chateia. Também com Blocos que só ganham, não sei para quê pensar em mudar
Pedro Castaño
publicado por quadratura do círculo às 16:49
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