Sexta-feira, 8 de Outubro de 2004

Fernanda Valente - Vêm aí Sondagens

A partir de agora, os portugueses vão começar a ser confrontados com n número de sondagens, sobretudo as encomendadas por uma certa comunicação social, dando sempre como vitorioso o candidato presidencial que melhor servirá os interesses do grupo político-partidário instalado no poder, ou seja que deverá vir a ser apoiado pela coligação PSD/PP. Os candidatos, aqueles que sustentam os barómetros das empresas de sondagens, e que oficialmente ainda não são candidatos, uma vez que ainda não manifestaram publicamente a sua intenção de se candidatar, são lançados como dardos neste jogo pela disputa do poder. Todos estes candidatos a candidatos de que se fala, equacionam necessariamente a formalização da sua candidatura; caso contrário não deixariam que o seu bom nome servisse de arremesso a tão baixos índices de popularidade, como os que são divulgados pelas ditas sondagens. O PSD aposta agora tudo na eleição presidencial, pois é a única arma de que dispõe para, num cenário em que o resultado das próximas eleições legislativas não lhe seja favorável, inviabilizar, através do direito de veto, a publicação dos diplomas que vierem a ser votados na Assembleia da República, assim obstruindo qualquer eficácia legislativa das políticas levadas a efeito pelo próximo executivo. No entanto, a assunção ao cargo presidencial por parte de um candidato de direita, será da total responsabilidade do Partido Socialista, que, segundo notícias veiculadas pela imprensa, se prepara para nomear para a presidência da República um candidato cujo percurso político está repleto de erros grosseiros, que, à semelhança de Durão Barroso, também abandonou o governo, entregando de bandeja o poder à oposição. Político de temperamento instável, que vacila perante os jornalistas (isto quando não lhes vira as costas deseducadamente), e que, quanto ao conhecimento das várias áreas do Direito, nomeadamente o Contitucional, que um Presidente da República deve ter, para desempenhar as suas altas funções com independência e imparcialidade, não possui, posto que, como se sabe, a sua formação académica provem da área das ciências. Em suma, trata-se de um candidato impreparado para ascender ao cargo da maior relevância na hierarquia do Estado.
Fernanda Valente
publicado por quadratura do círculo às 17:53
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