Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2007

Carlos Andrade - Suspensão do blogue

O moderador e os comentadores do programa decidiram suspender o blogue, iniciando uma reflexão sobre eventuais mudanças. Todavia, mantemos activo o endereço de correio electrónico, para contacto com os participantes no programa.

publicado por Carlos A. Andrade às 20:09
link do post | comentar | favorito
|
53 comentários:
De Rui Branco a 23 de Maio de 2008 às 00:22
Anuncio aqui, um blog http://vergonha-combustiveis.blogspot.com

Este blog tem como objectivo mostrar a indignação pela proporção que os preços dos combustíveis estão a tomar para o consumidor comum. Surge pela falta de atitude do governo português perante esta situação. Sofremos todos os dias na carteira e no orçamento mensal das famílias portuguesas estes aumentos pouco claros.


De Joaquim Silva a 23 de Maio de 2008 às 13:42
A questões dos combustíveis são depedentes do mercado? Qual mercado? Há algum mercado concorrencial nos combustíveis?! Claro que não. A actividade é fortemente controlada e limitada, sem concorrência no quadro do funcionamento normal do mercado de ADAM SMITH.
Dizem que não sabem se há cartelização. Façam contas. Impostos, desvalorização do dolar, aumento do barril e vejam os preços aqui e na europa, nas mesmas companhias. Eu não as fiz, mas quem comenta deveria prepara-se e informar. Mas para além de tudo, não se trata de subsidiar os combustíveis, é pura e simplesmente uniformizar a carga fiscal pelo menos entre Espanha e Portugal, e ficamos a perder, pois o nosso nível de vida é inferior. Isto não é possível? Acreditar que somos puras vítimas da conjuntura, é apenas a confissão de que não há governantes. Há puros tecnocratas. Até os comentadores me parecem que o são, mas também sáo eles os responsáveis, as suas cores politicas, pelo estado do pais ao longo dos já longos 34 anos após ditadura. O modelo esgotou-se. Vão para casa.


De Antonio Sousa a 27 de Junho de 2008 às 00:02
Será que este programa agora passou ao estilo de politica de "peixeirada"?
Falam todos ao mesmo tempo e no final do programa ninguem consegue perceber o que foi dito.


De Nuno Catarino a 22 de Julho de 2008 às 00:48
O podcast está novamente em baixo!
Meus caros srs. o Marcelo já tem vídeo e é actualizado sempre no Domingo, passado umas horas de passar na RTP. Quatro contra um e meio (a Maria Flor Pedroso raramente consegue meter uma palavra, portanto fica generosamente com meio) e ainda ficam a perder...
Vá lá! Manter um podcast não é nada do outro mundo. Já fazem o mais difícil, que é o programa.
Sem regularidade nas actualizações dos podcasts certamente que perdem a audiência. A vantagem em subscrever um podcast é que é automático, mas se acaba por consumir demasiado tempo, menos pessoas se dão ao trabalho (eu incluído).


De ek a 11 de Setembro de 2008 às 11:37
Admitindo que comentarão as eleições angolanas sugiro que tenham em consideração o comunicado distribuído pela FpD em Conferência de Imprensa no doa 9 de Setembro.


De ek a 11 de Setembro de 2008 às 11:43
(...)

A vitória do MPLA, embora esperada, foi, no entanto, inesperada, na sua expressão.

A FpD quer, aqui e agora, poder transmitir à direcção do MPLA as suas felicitações. Esta é uma posição que é muito natural por parte de quem tem cultura democrática. No entanto, não podemos deixar de exprimir a opinião da FpD sobre o que julga terem sido as razões que determinaram tais resultados.

Importa desde logo salientar que a FpD não avalia o processo eleitoral apenas com base no modo como decorreu o acto de votação. O modo como decorreu o acto de votação, no dia 5 de Setembro último, sobretudo em Luanda, não deixou de ser um "desastre" pelas incidências que se verificaram. O pedido de desculpas públicas do Presidente da CNE e a deliberação da CNE em prolongar a votação nas 320 Assembleias de Voto que não abriram, ou que interromperam os trabalhos por falta de material de votação, atestam a situação que se viveu. Por outro lado, o facto do prolongamento da votação se ter verificado não em 320 Assembleias de Voto, como previa o Presidente da CNE, mas apenas em 48, é por demais demonstrativo que o acto eleitoral não teve o mínimo de garantias de ser fiscalizável e verificável, a posteriori, ou seja, que não foi possível à CNE saber quem votou. Ora, isto remete-nos para a necessidade de existência de cadernos eleitorais que não foram tidos nem achados em grande número de Assembleias de Voto, cadernos esses que vinculam os eleitores a determinada Assembleia de Voto.

Como referimos atrás, a FpD não avalia o processo eleitoral apenas no modo como decorreu o acto de votação. Para a FpD, garantido o recenseamento eleitoral credível e fiscalizá vel, deveria ser assegurada a todos os partidos concorrentes ao acto, o acesso aos meios de Comunicação Social e aos recursos financeiros públicos.

Quanto ao acesso aos meios de Comunicação Social, os partidos políticos da oposição apenas tiveram direito aos tempos de antena na Rádio (10 minutos) e na TPA (5 minutos), direito mitigado pela concorrência de outros programas, designadamente do Canal 2 da TPA. Os meios de comunicação social do sector público foram de resto iguais a si próprios: serviços de publicidade oficial, estruturas de relações públicas do Partido da situação, pautando a sua orientação para um sentido exagerado e ostensivo de preferência para com a propaganda governamental.

Relativamente aos Recursos financeiros, importa salientar que apenas no dia 15 de Agosto, sexta-feira, dez dias depois do início da campanha eleitoral, a FpD teve acesso ao financiamento do Estado.

Não escapou também a ninguém, porque por demais ostensiva, a sedução que foi feito pelo poder a algumas Igrejas. Ninguém duvida que os cheques de centenas de milhares de dólares, viaturas e motorizadas "doadas", bem como o uso abusivo de locais de culto interditos ao exercício da propaganda política (art. 83.º) tiveram como objectivo essencial obter o voto dos crentes das Igrejas.

E as "doações" às autoridades tradicionais de residências, viaturas, motorizadas e géneros diversos, as ofertas e promessas de casas sociais no intuito de fazer dessas autoridades verdadeiros cabos eleitorais do Partido do Governo? Nessas circunstâncias como podemos falar de liberdade de voto e não da utilização indevida dos meios e bens públicos na campanha eleitoral do Partido da situação?

Excelentíssimos Senhores Jornalistas,

Os factos atrás referidos e muitos outros que poderíamos trazer à colação não nos permitem acompanhar o coro de que as eleições que acabamos de realizar foram livres, justas, transparentes e democráticas. Não foram. Mas constituem um facto muito significativo. A FpD há muito que vinha defendendo que seria preferível realizar eleições com este défice democrático do que as não realizar.

A Direcção da FpD assume a sua responsablidade pela derrota eleitoral.

Mas a FpD e o movimento da sociedade civil vão continuar a apresentar as suas ideias e a defender as suas posições na esperança de que o futuro será claramente melhor.


De Ricardo Luis a 31 de Janeiro de 2009 às 11:15
Caro Dr. Carlos Andrade.
[Error: Irreparable invalid markup ('<br [...] <a>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

Caro Dr. Carlos Andrade. <BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>Parabens</A> <BR><BR>O programa que modera foi enriquecido com a presença de Jorge Coelho. E agora uma surpresa positiva com a de António Costa. <BR>Compreendo que as opiniões de Pacheco Pereira são de uma importância vital ao programa, pela controvérsia que causam. Mas gostava também de ouvir os outros participantes. Não pela falta de tempo destinada a Lobo Xavier e António costa, mas pelo ruído produzido por Pacheco Pereira, enquanto expressam as suas opiniões. <BR>Aprecio a educação democrática , se é que isto existe, de Lobo Xavier. <BR>Tenho pena que o blog tenha acabado mas é clara a razão, e de não mencionar o email neste espaço.


De José Rodrigues a 27 de Fevereiro de 2009 às 01:52
Salve: Quero apenas manifestar o meu desagrado pelo facto de, na Quadratura do Círculo, o ângulo entre Pacheco Pereira e Lobo Xavier ser nitidamente inferior a 45 graus e, mesmo entre Pacheco e Carlos Andrade o respectivo ângulo andar bem abaixo dos 90 graus, enquanto que António Costa navega com uma grande fartura de ambos os lados, largamente acima de 90 graus quer à sua esquerda quer à sua direita. Parece-me uma quadratura muito deselegantemente irregular na sua apresentação e nem quero suspeitar que aqui se derrame alguma mensagem simbólica. E a dança das câmaras torna-se confrangedora e até desagradável quando mostra o par bem aconchegado, Pacheco e Xavier, em contraste com o grande isolamento de António Costa. É ver Xavier a falar e, a propósito e sem quase deslocar o braço direito, dar um toque com a sua mão no braço esquerdo de Pacheco. Ora, se António Costa se lembrasse de, com a sua mão direita, dar um toque no braço esquerdo de Xavier, teria de se erguer da cadeira e dar um passo bem largo, pelo menos. Todas as semanas espero a alteração desta disposição de cadeiras que me irrita e lá vou comentando com pessoas amigas, tão fiéis como eu ao programa e também desagradadas, esta cristalização que se eterniza. Poderão dizer-me: (1) que tudo isto é um disparate da nossa parte e que a disposição das cadeiras é um acaso sem importância ou com a importância que lhe queiram dar; (2) que se trata de uma combinação irrelevante, ou com a uma relevância interessante, entre os quatro participantes; (3) que estão em causa necessidades imperiosas e mais ou menos inocentes da realização operacional do programa; (4) que é uma imposição, insondável ou transparente, da própria direcção do programa. Com qualquer destas explicações ou outra qualquer, caso se mantenha tudo na mesma na disposição das cadeiras e pessoas, eu e as minhas pessoas amigas continuaremos a ouvir o programa mas sem o ver, exactamente a ouvir apenas o programa sem a sua imagem televisiva, honrando aliás as origens mais remotas do programa numa estação de rádio. Saudações, Lisboa, 27/fevereiro/2009 José J. Rodrigues


De Álvaro Mendes a 25 de Junho de 2009 às 23:52
Não descobri o vosso email.

Mas alguém me pode explicar qual a utilidade de um comentador que não pode comentar determinadas questões por estar empresarialmente envolvido com questões como as telecomunicações e a Fundação para as comunicações móveis?

Quando dá uma opinião Lopo Xavier dá a sua opinião ou a opinião que interessa à SONAE.



De cnv a 7 de Dezembro de 2009 às 16:13
Utilizo este meio para divulgar o que passo a expor, porque não localizei o v/ endereço electrónico.

Porque motivo, ainda que se possa discutir se é aceitável, ou até sustentável, ninguém na n/ comunicação social divulgou ainda esta posição extremamente perturbante da ex.Ministra da Saúde da Finlândia que está no Youtube???
Foi desmentido que se trate da própria Ministra?
Esta posição é conhecida?
Não se divulga, não se debate, não se questiona ?
O vídeo está no youtube, circula na net, mas ao contrário de outros, sem qualquer interesse, não é transmitido, nem sequer mencionado.
A quem interessa manter esta posição fora do n/ circuito de comunicação social?

P.f. divulguem nem que seja para se poder debater se assiste ou não razão, em parte ou totalmente , à titular em causa.



http://www.youtube.com/watch?v=JpOB4xkpjgQ



Comentar post

.pesquisar

 

.Fevereiro 2007

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
12
13
14
15
16
17

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28


.posts recentes

. Carlos Andrade - Suspensã...

. Carlos Andrade - Suspensã...

. Teste

. João Brito Sousa - Futecr...

. Fernanda Valente - Mensag...

. António Carvalho - Mensag...

. João G. Gonçalves - Futec...

. J. Leite de Sá - Integraç...

. J. L. Viana da Silva - De...

. António Carvalho - Camara...

.arquivos

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Abril 2005

. Março 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

. Dezembro 2004

. Novembro 2004

. Outubro 2004

. Setembro 2004

. Julho 2004

. Junho 2004

. Maio 2004

. Abril 2004

. Março 2004

. Fevereiro 2004

. Janeiro 2004

blogs SAPO

.subscrever feeds