Quarta-feira, 1 de Março de 2006

Mário Martins Campos - Um ano de Governo

23 de Fevereiro de 2006 - Já passou um Ano!
Passou um ano, desde que o caminho descendente, que Portugal seguia, foi interrompido, dando desta forma mais uma oportunidade, para Portugal retomar um caminho que urge seguir.
Um ano é muito pouco tempo, para se fazerem avaliações conclusivas, no entanto, não existirá uma segunda oportunidade, para avaliar esta primeira impressão. E essa é claramente positiva.
O governo impôs um estilo e um método, que colocaram o Rigor e a Determinação, na agenda política nacional.
Desde o inicio do seu mandato, houve uma atitude clara, de trazer a seriedade de volta ao palco político, e de não transformar o acessório em principal, conduzido por uma qualquer agenda mediática.
Foi claro, desde o inicio, que o tempo em que a agenda mediática se confundia com a agenda governamental, tinha terminado. E Portugal, só teve a ganhar com isso.
Existe neste governo uma forte determinação, que é expressa, na forma como o primeiro-ministro tem enfrentado todos os problemas, encarando-os de forma directa, sem escamotear as dificuldades e anunciar amanhãs que cantam, com uma objectividade clara, no que diz respeito às soluções a implementar.
É hoje claro, que o Governo sabe para onde quer ir, e melhor que isso, sabe como e por onde lá chegar.
Este método e este estilo têm produzido alguns resultados, sendo que os mais visíveis, são a Confiança e a Credibilidade.
A confiança, em Portugal e em nós próprios, é a base estrutural, para enfrentar todas as dificuldades e cada um dos desafios, de forma empenhada, empreendedora e inovadora, que tanta falta faz ao País.
A credibilidade política é certamente o elo de ligação, entre todos os intervenientes neste processo de recuperação. Só com base numa forte credibilidade, se pode alavancar um conjunto de iniciativas, que mobilize toda a sociedade, em trono de um mesmo objectivo.
Como disse, ainda é muito cedo para avaliar quantivamente e de forma objectiva, o trabalho do Governo, no entanto existem já alguns indicadores, que nos podem guiar na nossa primeira avaliação.
Destes indicadores, a resposta que tem sido dada pelos agentes económicos, nacionais e estrangeiros, muito sensíveis a factores, como o Rigor, a Determinação, a Confiança e a Credibilidade, tem sido a melhor avaliação que o Governo podia receber, como retorno do seu trabalho.
O caminho percorrido, ainda é muito curto, mas a direcção, o sentido e a cadência, deixam augurar um bom destino.
Mário Martins Campos

publicado por quadratura do círculo às 19:21
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