Sexta-feira, 7 de Julho de 2006

Mário Martins Campos - Exemplo da selecção

Agora que a emoção, a alegria, o arrepio de ouvir o hino, o nervoso miudinho, os gritos de ordem, as bandeiras e cachecóis, se preparam para serem guardados, à espera da próxima oportunidade de serem brandidos, importa reflectir sobre as aprendizagens que podemos e devemos retirar, para a nossa vida enquanto nação.
O futebol não é uma ciência exacta. As suas vicissitudes podem transformar o melhor dos mundos, no pior de todos.
No entanto, existem aspectos que são importantes na construção e na gestão de um projecto de sucesso, que não podem ser descorados no mundo do futebol, e que sem os quais a vitória, de forma consistente, não sairá, apesar da imprevisibilidade do jogo.
Deste desporto que movimenta multidões, que gera emoções, existem aspectos relacionados com a razão que importa sublinhar.
Uma equipa de futebol é sobretudo um conjunto de recursos humanos, colocados ao serviço de um objectivo: A Vitória!
A Selecção Nacional construiu o seu percurso em cima de um conjunto de alicerces, que importa retirar do contexto desportivo e colocá-los na construção do projecto “Portugal”.
Por debaixo de uma forte liderança, a selecção nacional construiu um enorme espírito de grupo, que fez sobressair o grupo, passando ao lado das pequenas vaidades ou caprichos, dos nossos recursos mais valiosos, sabendo aproveitar o melhor das suas qualidades.
Este é um projecto que também se alicerça num trabalho de formação, que já tinha dado alguns sucessos individuais, e que agora demonstra a capacidade de os colocar ao serviço do grupo.
O grupo de trabalho, da Selecção Nacional, é um grupo com uma diversidade, de idades, conhecimentos, qualidades e experiências, que permite a partilha e a valorização de todos, nesta troca.
O projecto, liderado por Scolari, é um projecto orientado por objectivos, que possui métricas de acompanhamento e uma gestão atenta das divergências ao caminho delineado, que irá desembocar no sucesso.
O espírito de ambição e empreendorismo, são igualmente dois aspectos relevantes, que permitem a Portugal ter a ousadia de rivalizar com outros projectos já instalados. A ousadia da competição, alicerçada nas nossas forças, é um exemplo a seguir por todos, na construção do projecto “Portugal”. A ambição é também fundamental, porque como diz a canção: “Podemos não chegar ao céu, mas levantamos os pés do chão!”.
Mário Martins Campos



publicado por quadratura do círculo às 18:56
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