Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2007

Carlos Andrade - Suspensão do blogue

O moderador e os comentadores do programa decidiram suspender o blogue, iniciando uma reflexão sobre eventuais mudanças. Todavia, mantemos activo o endereço de correio electrónico, para contacto com os participantes no programa.

publicado por Carlos A. Andrade às 20:09
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53 comentários:
De Jorge Marques a 14 de Janeiro de 2008 às 13:45
Pacheco, o seu discurso profundo e elaborado não é compreensível por 90% dos Portugueses , mas por favor, não mude.
Lobo Xavier, leia mais e não ganhe só dinheiro.
Jorge Coelho, você até é inteligente mas essa postura de achar tudo o que o PS acha e nunca opinar por si é ... bom , digamos lamentável.


De Raider a 23 de Fevereiro de 2008 às 12:58
Os monárquicos e os portugueses em geral têm direito à dignidade histórica e, neste sentido, lamento as afirmações emotivistas de Pacheco Pereira sobre o "comportamento" de muitos portugueses a propósito do Regicídio.."Tudo isto a propósito desse bom homem que matámos há cem anos, o Rei D. Carlos..." Em primeiro lugar vivemos em Democracia "confirmada", o 25 de Abril já tem mais de trinta anos; em segundo lugar, a Verdade é como o azeite, e SÓ Agora é que a sociedade portuguesa começa a levantar o véu da história desses tempos cuja versão republicana propagou puras mentiras sobre o NOSSO REI D. CARLOS I. Mentiras ou omissões porque a história que eu estudei, já no pós-25 de Abril, omitia e remetia para o "escuro" a figura do rei e sua governação. Tais afirmações despropositadas só revelam uma coisa: o medo que certos republicanos têm em discutir abertamente o que então se passou. Aliás, ao tempo de D.Carlos,os jornalistas publicavam coisas nos jornais que eram puras infâmias e o Rei até isso tolerava. Vivemos numa sociedade livre e as pessoas têm direito à livre expressão e, porque não, às "modas".Não precisam de opiniões "paternalistas" e intelectualmente orientadoras das suas acções. Cito F. Sousa Tavares:" O sangue tem um preço. O sangue inutilmente derramado por D. Carlos e D. Luis Filipe
pesa sobre nós como herança macabra."
Só espero que o Pacheco Pereira não o queira matar mais uma vez. Ps. Seria melhor se tivesse comentado o comportamento vergonhoso da Assembleia da república que "não quer reescrever a história"....
Isabel Leandro


De Anónimo a 6 de Março de 2008 às 22:58
A ser verdade a noticia do Sol - Jorge Coelho na Mota-Engil- julgo que o Jorge Coelho deixa de ter condições objectivas para continuar no programa.
Não basta parecer tem que se ser serio.


De Ramiro Barros a 9 de Março de 2008 às 11:20
Estou neste momento, 10:20h, a ouvir, na SIC Notícias, os comentários dum encenador a favor dos profs, sem dar razões substanciais para isso, mas acaba de confessar que é casado com uma professora…
Já não tenho filhos na escola, mas quando tinha senti a distância e a hostilidade da escola e dos profs para com os alunos e suas famílias. Apoio completamente o trabalho da CONFAP e do governo nas alterações que tem vindo a introduzir, de maior exigência na escola e de maior abertura à sociedade. Aprecio imenso a clarividência, a justeza, a frontalidade, a serenidade e a determinação que a ministra da educação e o presidente da CONFAP, Sr. Albino Almeida, mostram. Que Deus os mantenham assim e lhes não falte o apoio do país e dos pais, pois os profs são muitos e é natural que se unam à volta dos próprios interesses, embora ilegítimos e à revelia das suas próprias ideologias e em contradição com o que pretendem exigir dos seus alunos.
As mudanças introduzidas no funcionamento das escolas e contra as “baldas” dos profs estão no bom caminho. Os profs reagem mal porque não se interessam pela qualidade do ensino, apenas os movem os seus próprios interesses, que estão em conflito com a eficiência da escola. Só não compreendemos a colagem de alguma comunicação social e alguns opinadores da tv, que parecem querer ignorar essa flagrante oposição dos interesses dos profs aos interesses da escola, talvez porque também são profs ou familiares destes. Só que estes corporativismos e conluios não permitem o progresso do país.
Os profs comportam-se mesmo como meninos mimados e caprichosos, que sempre foram, habituados a regimes laborais privilegiados e a obterem vitórias sindicais desde há muitos anos, ultrapassando, mesmo em salários, os técnicos superiores do Estado, que anteriormente apenas queriam alcançar – sem falar, claro, da progressão privilegiada na carreira sem categorias e sem concursos, dos horários ridículos, das férias e das interrupções escolares abusivas. Os profs não querem ser avaliados com rigor porque querem progredir todos até ao topo da carreira, sem obstáculos, quando não há qualquer outra carreira profissional onde tal aconteça. Essa livre progressão favorece os profs, mas é contra a qualidade do ensino e é injusta no contexto do país. Os profs queriam manter uma categoria única, embora todas as carreiras de pessoal com formação superior, desde técnicos superiores a magistrados, a médicos, enfermeiros (e até o próprio pessoal administrativo das escolas!) comportam várias categorias, em que as promoções são sujeitas a rigorosos concursos, em nome da necessidade de seleccionar os melhores. Então e os profs, apesar dos maus resultados escolares e dos custos crescentes, haviam de manter-se impavidamente a progredir na carreira sem esforço e todos até ao topo? Isso, poderia ser mel para os profs, mas mau para a escola e para o país, e injusto para os demais portugueses. Que diriam os profs se não houvesse distinção de graus académicos, mas todos os portugueses fossem doutorados? Ou se todos os portugueses pudessem concluir o secundário, a licenciatura e o doutoramento sem serem sujeitos a exames? Ou mesmo se todos os profs, licenciados ou não, doutorados ou não, tivessem igual tratamento?
Os profs queriam continuar donos e senhores das escolas, a tratar arbitraria e arrogantemente os alunos e suas famílias, a manter os dias livres e os alunos mal ensinados para poderem sustentar a actividade paralela de explicadores, a principal causa das desigualdades entre alunos ricos e alunos pobres, que não podem pagar explicações. A manutenção desse estado de coisas favorece ilegitimamente os profs, mas é insustentável, é injusta, é contra a escola.
Defenderíamos era que houvesse uma separação total entre quem ensina e quem avalia os alunos; e que os profs fossem avaliados pelos destinatários dos seus serviços – pais e alunos – e por profs de outras escolas. E que a tutela das escolas fosse entregue às autarquias, a cooperativas e a outras entidades públicas ou privadas que satisfaçam as exigências do serviço público.
Essencial é que não se ceda um milímetro às reivindicações injustas dos profs, sob pena de falhar a reforma do ensino, mas também toda a reforma global da administração pública.



De Cristiano Temaredo a 9 de Março de 2008 às 12:42
Fácil de perceber a adesão de muitos profs. O trabalho custa e eles não estão habituados. Têm de dar provas da sua competência e não a têm. Queriam progredir todos até ao topo da carreira, como noutras não acontece, sem provas nem exigências; queriam continuar a mandar na escola, a exibir arbitrariedades e arrogâncias contra os alunos, que pintam como os bárbaros a abater. Isso está a mudar e eles juntam-se para ver se o evitam. Mas se conseguissem, os outros funcionários também queriam, a reforma da administração pública ia ao ar, o país atrasava-se cada vez mais até aparecer um salvador da pátria. Convençam-se os profs que se devem dedicar e dar o bom exemplo, isso é que os pode dignificar, e não as tristes imagens que têm dado, isso indignifica-os e indigna os cidadãos. O governo não deve andar com paninhos quentes, de tal modo é evidente que os interesses mesquinhos dos profs são contra as necessidades da escola. Olhem os profs para as pessoas desempregadas e a recibo verde, para os pedreiros, os auxiliares da escola, os trabalhadores das fábricas que fecham e vejam quão privilegiados são. E metam a viola no saco.A ministra é uma pessoa admirável, competente e honesta. O governo não deve ceder um milímetro porque são justas e pertinentes as reformas introduzidas nas escolas.


De Sérgio Martins a 29 de Março de 2008 às 09:18
Caros Senhores:
o podcast deste programa funciona mesmo mal, pelas minhas contas neste momento não actualizado à dois programas.


De Maria do Céu Silvestre a 11 de Abril de 2008 às 21:21
Exmº Senhor Jornalista e respectivos comentadores:



O Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF) é uma medida criada e desenvolvida pelo PETI – Programa para Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil, do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, que intervém na problemática do trabalho infantil onde se incluem as designadas piores formas de trabalho infantil (prostituição, correio de droga e mendicidade).



O PIEF (Despacho conjunto nº 948/2003, de 25 de Agosto, publicado a 26 de Setembro) tem como objectivo favorecer o cumprimento da escolaridade obrigatória a menores e a certificação escolar e profissional de menores a partir dos 15 anos, em situação de exploração de trabalho infantil, nomeadamente nas formas consideradas intoleráveis pela Convenção nº 182 da OIT. Acresce o objectivo de favorecer o cumprimento da escolaridade obrigatória associada a uma qualificação profissional relativamente a menores com idade igual ou superior a 16 anos que celebrem contratos de trabalho.



Criado em 1999, o PIEF tem vindo a integrar um número cada vez maior de jovens, constituindo actualmente uma verdadeira alternativa relativamente às restantes ofertas educativas e formativas, para jovens que aproveitam uma outra oportunidade, principalmente pela valorização fundamentada na individualização na regulação próxima.



No contexto do nosso trabalho, todos os professores gostariam de convidar Vª EX. para uma visita em contexto informal de forma a vivenciarem o funcionamento do PIEF de Lisboa, situado na Escola Secundária Marquês de Pombal, afim de conhecer o nosso Projecto.

Agradecendo desde já a vossa visita individual/pessoal ou para comentário no programa esperamos confirmação para o seguinte contacto.



Maria do Céu Silvestre 96 25 48 975



Atenciosamente




De Gonçalo Guerra a 15 de Abril de 2008 às 16:36
Substituição do Dr. Jorge Coelho

Sou espectador relativamente assíduo do programa, desde o tempo do seu precursor Flash Back na TSF, e penso que o programa teria ganho se o substituto do Dr. Jorge Coelho não fosse alguém tão conotado com o aparelho partidário, neste caso do PS.

A questão não se põe com a qualidade politica e intelectual do Dr. António Costa mas pela independência que um comentador neste género de programa deve ter.

Existem certamente várias personalidades deste quadrante político com idêntica qualidade sem estarem a desempenhar funções estritamente político-partidárias .

Espero contudo estar enganado e que o programa continue a ter o nível de debate evidenciado ao longo dos anos.

Atentamente
Gonçalo Guerra


De Sérgio Martins a 21 de Abril de 2008 às 09:49
Podcast de novo não actualizado.


De Nuno Catarino a 16 de Maio de 2008 às 00:56
OK, suspender o blog não é grave, mas já o PodCast faz falta. Gostaria de poder continuar a ver, mas já não é actualizado desde há cerca de um mês.
E mesmo perfeito, perfeito, era um VoDCast! Isso é que era!


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