Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2006
Duas coisas indicam fraqueza: calar-se quando é preciso falar, e, falar quando é preciso calar-se.
Quando Mário Soares decidiu avançar como candidato Socialista ao alto cargo da Presidência da República, José Sócrates não ousou proferir um piu que fosse, apesar de consciente do erro, para não destoar na sua postura very british. Optou pela fraqueza e calou-se!
Quando Manuel Alegre se dirigia ao País, agradecendo a confiança expressa pelos portugueses, José Sócrates, mais uma vez consciente do erro, optou pela fraqueza e falou! O Primeiro-Ministro de Portugal está mesmo débil, franzino, pouco atilado. (...)
António Carvalho