Terça-feira, 29 de Novembro de 2005
De repente o aparelho partidário do PS particularmente as suas estruturas mais empedernidas acordaram para a dimensão nacional da Candidatura de Manuel Alegre.O desdenhar continuado e o subestimar de Alegre como se este fôra um artefacto passivo passível de ser manipulado pela directiva condicional do memorando da idolatria endeusada e representativa de um Portugal de vitrine, argumento saturado Soarista que no pleonasmo faccioso de autoavaliação do seu desempenho subestima os tempos de viragem de paginas ou etapas como se fora Soares o preconizador desses tempos quando apenas e só foi um instrumento usado pela pertinência desses mesmos tempos na relatividade da sua por vezes parca eficácia e competência como o presente incerto também nos elucida.
Soares manipula habilmente a sua militância ou fundada fundação imprimindo pela negativa ou pelo desdizer o condicional manuseamento de todo o aparelho partidário materializando uma forma subliminar de totalitarismo opinativo que pretende ser estruturantemente anexante ao surgimento de discussões politicas emergentes ou até de pontos de vista mais fundamentados que os seus.
Soares arrasta consigo e sem o saber a fractura do seu Partido Socialista e obstinadamente também sem o saber cultiva o dividir para reinar que espelhado no seu inconsciente açacanhar dos afectos políticos fulcrais na acção de complementaridade e simbiose muitas vezes implicam a temporalidade pertinente ao presente na passagem de testemunho de quem e por direito próprio possui a actualidade de pensamento, de expressão e do fazer adequado a justa posição de acetatos dos tempos actuais.
Nas hostes Soaristas se degladia pela preponderância e notoriedade dentro do próprio PS.As presidenciais tornam-se assim o campo fértil para o pululante reorganizar bajulante que no escorregadio do puro-relacional-funcional adulterado se perverte em um vasto cerimonial do deja-vú de corte, a correnteza de fundação do lábio esborratado que não larga o osso nem se actualiza e nem se recicla se cola tambem a tentacular maquina mediática habilmente montada e que mais acente no folclore de imagem encarquilhada no raquítico e ridículo revivalismo formato assim vexado tipo Seara Nova, simultaneamente nos remete para o Portugal velho que adormecido muito por culpa de manuseante preponderância e exacerbada sede de poder pelo poder condimentado pelo discurso anestesiante de eleitorado insiste na ocultação da real potencialidade e dimensão do Portugal moderno.
Soares não tem condições no presente para manifestar esta energia de futuro que o nosso país necessita, Manuel Alegre sim, tem visão, perspectiva, abrangência, âmbito materializavel no concreto de objectivos no tambem surgimento e manifestação por todos os quadrantes da sociedade civil, educação, politica interna e externa, vontade e âmago de renovação e Futuro.
Miguel Cadilhe, um historico do PSD..., o proprio conceito de histórico partidário é aqui devidamente escalpelizado,...ora Cadilhe afirma na VISÃO que "Cavaco é como um eucalipto:provoca aridez a sua volta"...eventualmente teremos uma chamada oposição de fase em relação a postura dos aparelhos partidários na "ostentação" dos seus candidatos...provocando um pertinente precedente de analogia, Cadilhe evocando a autonomia da "abstinencia politica", ou seja, não necessita do poderio politico para proclamar a sua autonomia individual pensante e despelota um corte longitudinal pertinente em relação a postura de Cavaco...Vulgo metafora materializada...sintomatico de alguma radioactividade benigna reinante no seio partidario do PSD...por outro lado se vê que notaveis do "Homologo" PS...por exemplo Almeida Santos, a não pronuncia, ou por outras palavras...abster-se em relação ao afundamento evidente de Soares revela notoriamente e de uma forma oracular o funcionamento da essencia partidaria em forma de transpirar ca para fora a personalizada e opinativa visão dos factos...porquê?...A opção tomada marca a diferença construtivamente valida entre entretenimento argumenticio e evidencia politica.
Nos apoiantes de Manuel Alegre se sente a autenticidade do arquétipo Presidencial, necessariamente emancipado de magnetismo partidários, alguns facciosos e regressivos.Se sente a veracidade emergente de um novo Portuguesismo que não o Portuguesismo bacoco avesso a renovação e que agarrado aos arcaísmos falsamente denominados de passados remotos ou recentes servem mais de sistemas de controle do que construtativismo em que insistem despudoradamente no toldar do futuro de Portugal.
P.S A imagem daqueles que criticam Alegre e que oriundos do seio debilitado do PS, particularmente a fauna partidária subserviente que representativa da linearidade totalitária do retocado argumento monárquico aristocrático e que se desnorteiam munidos do seu arcaísmo no também adorno determinista de condicional tentacular ou desactualizada idolatria... surge no horizonte a axialidade e o discurso pleno de verticalidade, esperança e opção construtiva preconizado por Manuel Alegre,... que se reflicta.
Postludio-Na minha opinião a argumentação politica pertinente e valida acontece logo após e a posteriori de susceptibilidades e estratega estratégias de conduta apenas situacionistas de posturas e não de conteúdos.
A escolha e a opção de argumentar reside genuinamente e a meu ver na verticalidade e autonomia individual e politica, a abnegação e altruísmo Nacional a que o cargo em causa exige, o de Presidente da Republica, torna imperativo a consciencialização generalizada residente no outro lado da barricada, ou seja, após o desapego longe do antagonismo da questão pessoal, no seguimento da reciclagem da estratégia condicionada pela primazia da postura do adversário...reside aí o vislumbre, luminosidade e sapiência do debate Politico.
Jorge Batista de Figueiredo
De Alípio Gomes a 27 de Março de 2008 às 00:21
acho o seu comentário abjecto, digno de estar numa lixeira.
vá escrever para a revista Maria que é mais ao seu nivel.
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